Vocal - Deathboy/Frango (Fagner) Guitarra - Du Maxuel Mudder ( Eduardo) Baixo - Ndox (Oleno) Bateria - Frank Monster (Francis)
Como assim o Monkey Busine$$ não tem uma biografia?
PULA MACACADA
Uma idéia?
A ideia veio no final de 2005, quando os dois amigos Oleno e Yourick resolveram criar uma banda para fazer macaquisses no palco. A idéia na verdade era uma brincadeira, que nasceu da questão do que os dois fariam teatralmente se estivessem no palco e a responsta foi: Macaquisses.
Com a carencia por bandas no cenário deathrock, que na época só havia Crippled ballerinas e Dead Rose Garden nos eventos voltados ao estilo, a brincadeira acabou se tornando um desejo de suprir essa necessidade.
A prática?
Ambos correram e procuraram guitarristas e bateristas, o que acabou se concretizando logo e os ensaios começaram, mas a dificuldade de se manter uma formação por muito tempo era maior do que a dificuldade de achar pessoas dispostas a tocar, e logo foram sendo frustrados pela instabilidade dos voluntários.
Batucadas e bananas para a macacada.
No final de 2006, o até então guitarrista Deathboy(Eu) da banda Demonoids (Psychobilly) foi intimado para tocar no Monkey Busine$$. Eu só não sei como começamos a ensaiar, porque não me lembro de haver um baterista no começo (risos) Mas os ensaios começaram "pra valer" em 2007, com Yourick e Zasvana nos vocais, Oleno no Baixo, Deathboy na guitarra e um baterista fantasma.
Começamos a fazer covers para entrosar a banda com sons punk, horror punk, deathrock e psychobilly (Adicts, Zumbis do espaço, Misfits, Tragic Black, Chermobillyes, Inocentes, Olho seco e Crippled Ballerinas)
Em um dos eventos do Viceras em que a Zasvana estava ajudando na organização junto ao Gago, acabamos sendo colocados pra tocar , pra nossa surpresa.
Foi uma verdadeira correria, quase escorregamos na casca de banana e tudo mais. Tinhamos apenas um mês para arrumar um baterista e botar em pratica todas as músicas que já tinhamos tentado ensaiar. Conseguimos convencer o Bruno (primo do Oleno) a quebrar nosso galho na bateria.
Outro problema surgiu, o Yourick estava com dor de garganta e não conseguia cantar de jeito nenhum nos ensaios (como se isso fosse desculpa pra saber que ele nunca conseguiu se dar bem no microfone) e então em mais uma brincadeira, peguei o microfone e cantei Saiam do meu mundo - Crippled Ballerinas. Lembro que o pessoal ficou surpreso de como minha voz lembrava a do morcego, e faziam piadas pra saber quem cantava pior, e acharam uma "boa ideia" eu ser o vocal de algumas das músicas do set list.
O primeiro show foi exatamente no evento Viceras Festival no dia 07/07/07 Na fofinho rock bar. O apse do Show foi quando tocamos Saiam do meu mundo (Crippled Ballerinas) e Olho seco (Olho seco) era a hora do horrorshow. (video)
Finalmente uma banda
Um acontecimento importante nesse show foi a conclusão da formação da banda. Sabiamos que o baterista Bruno não poderia mais seguir na banda após o show, o mesmo aconteceria com a vocalista Zasvana.
Na pressão da brincadeira do "banquinho do Raul Gil" a primeira ideia que tive foi convidar o Eduardo (Du - Maxuell Mudder) que entrou nesse evento como nosso roddie, para ser o baterista no Lugar do Bruno, a ideia nao foi pra frente, ele tinha interesse em tocar guitarra, não pensei duas vezes em me livrar do meu cargo de guitarrista/vocalista para me dedicar só nos vocais. Convidamos mais alguns bateristas, mas finalmente o baterista Francis (Frank Monster - Morra) aceitou o convite.
Macacos maestros? Compor?
Nos trancamos em um porão frio e quente ao mesmo tempo (dependia se a porta estava aberta ou fechada e sem contar que tudo dava choque) Conseguimos compor 4 músicas próprias em 2 ensaios, era o que deu para fazer com o tempo que nos sobrou...
É preciso ressaltar a diversidade de influencias da banda, cada um tinha gostos totalmente diferente. Que foram sendo incluidos na sonoridade da banda. As letras que eu compus não deixavam de ter uma temática um pouco escrachada e sombria, mas também eram um pouco críticas subjetivas, em meio ao cenário que viviamos na época...
mas a
graça do subjetivo é que cada um entenda da forma que quiser, assim posso me divertir mais (risos). Com a bateria com batida mais "punk" e acordes de guitarra mais simples, acabamos fazendo duas músicas em uma pegada "deathpunk" um
meio termo pra sonoridade deathrock e punk. Com mais tempo pra compor e trabalhar mais o nosso som, em um momentos raro de inspiraçao (perceba o guitarrista em momento de inspiraçao na foto) fizemos a música "Infectados", com influencia mais voltada ao lado "cabaret".
O espetaculo não pode parar
Depois disso viramos realmente macaquinhos de circo, onde o espetaculo se formava todas as semanas...isso mesmo, foram 2 meses seguidos de shows sem parar aos finais de semana, batucando sabados e domingos. Batucando em lugares inimaginaveis, de butecos a até festivais de bandas emos, claro que nesse caso fomos para nos divertir em assustar as criancinhas e dar motivos para elas chorarem, faz parte de qualquer circo que isso aconteça.
A nossa platéia era formado por amigos no qual eu nao posso deixar de agradecer por ter perdido alguns sabados e domingos da sua vida com a gente,
também a falta de bom gosto de uns também compareciam junto com diversos seres estranhos que brotavam do submundo underground.
Fim?
Mas a diversão acabou no Voodoo Summer Fest. Um evento que prometia ser algo nostálgico, reunindo pequenas geraçoes do Deathrock, acabou demonstrando um pouco de hipocrisia, assim como muitos daqueles que aplaudem e riem do palhaço por uma piada sem graça. Muitas ideias nao faziam mais sentido, muitas coisas precisavam ser mudadas. Mas o que acabou mudando foi o baterista.
Ficamos sem conseguir unir outra formaçao por muito tempo... Nesse meio tempo eu decidi iniciar outro projeto junto ao Oleno, a banda Morte Súbita, mas isso é outra história...
Bleaahhh
O que posso ainda dizer sobre o Monkey é que a banda nao se destacou na cena
deathrock nacional pela sua qualidade músical (não que outras bandas de deathrock no brasil também se destacaram por isso) ou pela sua produção foda ou porque o
baixista e o guitarrista faziam sucesso com as mulheres. O monkey chegou a ser uma das bandas de Deathrock no Brasil underground de carterinha, pois conseguiu se manter em um circuito intenso de shows por quase 3 meses sem ter nenhum tipo de material gravado, o que tornou a banda algum tipo de lenda urbana, onde se ouvia
falar da boca daqueles que viram com os próprios olhos. Uns diziam que se divertiam (ou não) com essa grande macaquisse e com a trupe toda que acompanhava a
banda.
..
Um grande BLEAAAAH pra quem sabe o que significa (risos) E fiquem com um video clip bizarro que fiz com a música Criptas irão voar, com cenas de gravações de um ensaio da banda, uma parte de um show e um video feito na época da DRSP no primeiro Viceras festival e uma surpresa ahahhaha.
Quando tiver tempo eu coloco aqui as músicas gravadas nos ensaios.
Site: Scary Bitches País:Uk (Sem mais informações especificas) Cenas Referentes:Gothic Rock, Pós Punk, Deathrock, EletroGoth Integrantes: AlmaGeddon:guitarra,vocais DEADriRansid:teclados,sax,vocais ChillaBats4T:guitarra e baixo Oileen(Slick)Grimsore: bateria
Biografia
Necrofilia, Canibalismo, Vampiros, lobisomens e filmes de terror são a temática constante abordada pela banda que foi formada em 1998. Elas gravaram seu primeiro álbum em casa chamado de "No Reflections". O álbum foi disponibilizado em um site chamado Peoplesound. O cd não tinha qualidade de padrões profissionais e seguindo uma série de solicitações regravaram quatro músicas novo albúm de 2009.
O nome da banda veio de um poema de um poeta americano que foi chamado de Scary Bitch por alguns jovens no Central Park, Nova York, apenas por causa de sua idade. A banda teve alguns problemas em revendicar esse nome, nome que fechou algumas portas por causa de preconceito. Um DJ da BBC, uma vez disse-lhes que os seus álbuns eram seus favoritos, ele ouvia no carro seu carro o tempo todo, mas ele não pode tocá-las no rádio. Felizmente, fora do Reino Unido esses preconceitos não são um problema tão grande, as músicas foram tocadas em rádios tão distantes como a na Austrália.
As roupas usadas pelo Scary Bitches foram criados por Dean Blunkell como um projeto para o seu mestrado em design teatral. Depois de fazer alguns shows em vários lugares, incluindo festivais pagãos e clubes de Londres, as músicas fora "descoberto" no "Arcane" - um encontro gótico em Morecambe e já em 2002 eles apareceram no festival "Dance of the Vampyres". Naessa época elas já se tornaram banda simbulo de um site chamado "The Vampyre’s Kiss".
Depois de terem tocado no "Dance of the Vampyres" para um publico grande, eles começaram a tocar mais nos shows em Londes. Mais tarde nesse mesmo ano, elas lançaram seu primeiro CD oficial "Vampyres Lesbian from Outer Space. A partir dai a banda começou a fazer turnês e ser convidadas até para eventos como WGT em Leipzig na Alemanha.
Em 2004 a banda assinou contrato com a Resurrection records e lançaram o CD "Creepy Crawlies” e o terceiro CD “The Island of the Damned” em 2009
Resenha pessoal Não sei se a banda gosta de rotular seu trabalho, mas logo ela foi classificada em vários estilos:Deathrock, GothicRock, Pós punk e EletroGoth. Particularmente são poucas músicas que encaixaria em um set list Deathrock, dentre elas estão as mais épicas músicas como "Lesbian Vampyres From Outer Space" ou "Ghost Riders in the Sky" (como uma música engraçada). A música "This is not my idea of fun" me lembra um pouco a banda Virgin Prunes e a música "it's just not funny anymore" é uma das minhas preferidas. Confesso qu
Com letras dementes, vocalista louco, som rápido, mal-humor. Esses caras são como um elo perdido entre o punk do final dos anos 70 eo hardcore da década de 80.
Absentees foi formado em 1978 e tocou em muitos shows até 1980 com o nome de Absentee Concept's. O nome da banda foi sugerido por haver alguns problemas com linhas de onibus público em Long Beach.
Em 1981 a banda encurtou o nome para Absentees para lançar 200 cópias do seu único single 7 ". A banda finalmente se desfez em 1983, até que eles foram incluídos na compilação "Killed by Death # 7 " em 1993 .
Apesar da banda ter feito em bastantes shows, ela não fazia parte de uma cena especifica na época, "Nós não éramos como o Fear ou Black Flag. Estávamos fazendo nossas próprias coisas. Sem se encaixar muito daqueles caras."
Depois que o Absentees foi redescoberto, a banda se reuniu para fazer shows esporádicos que apresenta canções novas e velhas, o que surpreendeu bastante gente e fez com que o pessoal da Artifix Records fosse atras dos caras para gravar uma grande compilação com todo seu material de 1979 até 2000 o que rendeu 37 músicas.
Curiosidade: O single "Tryin' To Mess With Me" com apenas 200 cópias lançadas, é um dos mais procurados des do inicio de lançamentos de punk/hardcore californiano.
A banda Sex Gang Children foi formada no início de 1980 na Inglaterra e assim como o Alien Sex Fiend, o Sex Gang Children iniciou sua tragetória na lendária Batcave com a formação original de Andi Sex Gang (vocal e guitarra), Dave Roberts (baixo), Terry McLeay (guitarra) e Rob Stroud (bateria).
Nome
Antes da banda ter o nome de Sex Gang Children, eles se chamavam "Panic Button". O nome "Sex Gang Children" veio por Malcolm McLaren a partir de um romance de William Burroughs e antes de escolher definitivamente esse nome, tentaram usar o nome Bow Wow Wow o que gerou uma dor de cabeça com o Boy George por ele ter o direito sobre esse nome com uma antiga banda.
Banda
Com bateria tribal, base no baixo pesado, mudanças de humor repentinas com uma leve influencia de cabaré e apesar do clima soturno característico das bandas que surgiram nesta cena (Gothpunk e Pós punk), o Sex Gang Children sempre teve um certo ar de irreverência muito peculiar. Os vocais agudos de Andréas ( que depois mudou o nome para Andi Sex Gang ), realmente parecem o de uma criança histérica, e as letras repletas de humor e irônia, marcam a personalidade da banda. Com isso, Sex Gang Children passa uma das maiores referencias para bandas de Deathrock e Dark Cabaret mais refinadas como Cinema Strange, e também referencia comportamental fazendo a ironia ser sinonimo deathrockers (O que pode ser assunto pra discussão em textos em breve)
Song And Legend é o álbum de estréia da banda, que até então só havia gravado algumas
demos e E.P.'s que alcançou o topo de paradas indies com o single "Sebastiane" apartir dai
a banda sofreu várias alterações em sua formação, e chegou a ser empresariada pelo Malcon McLaren (Sex Pistols). Stroud saiu para formar a banda Aemotu CRII, o bateristae foi
substituído pelo ex-Theatre of Hate Nigel Preston, que tocou com a banda no próximo single "Mauritia Mayer", antes de ele próprio ser substituído pelo baterista Ray Mondo (ex-) Roberts(baixista)deixou a banda nofinal de 1983 paraformar o Carcrash Internacional, a banda ficou com Andi,McLeay,CampbellCam(baixo)eKevinMatthews(bateria).
A banda se separou em 1984 e Andi Sexgang seguiu carreira solo mas em 1991 com interesse de uma turnê pelos EUA a banda voltou com um novo album "Madéia" em 1993 e continua a ativa e seu ultimo trabalho foi em 2009.
13 the moon é uma banda deathrock de Tóquio- Japão, formada em 2006. Fãns de Cinema Strange, formaram uma das primeira bandas da nova geração deathrock criado no Japão desde do "Positive Punk japonês" dos anos 80 e 90 (com bandas lendárias como Auto-Mod, Edwarda Madame, Phaidia etc) renovando na parte teatral. A banda não tem lá um Inglês perfeito, mas quem se importa? Vamos dançar até a morte!
Os Zumbis do Espaço surgiram em 1996, idealizados por Tor Tauil, Zumbilly e Gargoyle. Aficionados por filmes, quadrinhos e livros de terror e ficção científica, tiveram a idéia de formar uma banda voltada exclusivamente para essa temática, com letras em português. Recrutaram Cromo, um amigo de longa data para a guitarra. Com algumas bandas no currículo e muitos anos escutando todo o tipo de rock'n'roll, eles juntaram tudo isso para formar o som dos Zumbis.
Logo começaram os ensaios e rapidamente entraram em estúdio para gravar a sua primeira e única demo tape, hoje muito rara, intitulada "Demonotape". Ela contava com 4 músicas que mais tarde fizeram parte do lendário álbum "A Invasão". Mais duas sessões de gravação completaram o álbum e assim a banda caiu na estrada.
Após algum tempo Gargoyle precisou deixar a banda e em seu lugar entrou seu grande amigo e extraordinário baixista, El Phantasma. Esta nova formação consolidou o nome dos Zumbis, fazendo muitos shows e gravando os clássicos EP's que se seguiram: "3 Clássicos do Inferno", "Pesadelo Brasileiro" e "O Despertar da Besta".
Infelizmente no início de 1999 uma grande tragédia se abateu sobre a banda: um acidente de moto tirou a vida de El Phantasma. Atordoados com a perda inestimável, quase decidiram acabar com a banda, mas resolveram chamar novamente Gargoyle para o baixo, não apenas por ser um membro da formação original, mas também por que ele era um grande amigo de El Phantasma. Ninguém melhor para honrar seu nome e ocupar seu posto.
Voltaram à estrada após alguns meses, fazendo alguns shows em homenagem ao amigo. No fim de 1999 gravaram "Abominável Mundo Monstro", lançado em março de 2000. O álbum definiu o estilo único dos Zumbis do Espaço, juntando com sucesso influências tão diversas como punk rock, metal, country e rockabilly/psychobilly. Cromo deixou a banda após gravar o álbum e em seu lugar entrou Hank Alien Sr.
Muitos shows depois, incluindo alguns acompanhando a turnê brasileira de Marky Ramone and the Intruders, surgiu o furioso álbum ao vivo "O Mal Nunca Morre". Gravado em uma única apresentação em São Paulo no início de 2001, o álbum mostra bem o que é um show dos Zumbis do Espaço. Sempre na estrada, a banda foi arregimentando uma verdadeira legião de fãs extremamente leais e autênticos, em todo o Brasil e em outros países. No fim do ano o álbum "A Invasão" foi lançado pela 1ª vez em vinil 12" com uma música bônus.
O ano de 2002 foi bastante produtivo, com ótimos shows e a participação no programa Musikaos da TV Cultura. Em março deste ano foi lançado o aguardado "Aberrações Que Somos", um álbum insano com 17 novas músicas dedicadas aos verdadeiros fãs e que pode ser considerado o mais violento da banda em termos de peso e velocidade. Em maio lançaram na Europa "Spiele Des Horrors", uma coletânea dos 3 primeiros álbuns da banda. No fim do ano assinaram a trilha sonora do filme "Crônicas de um Zumbi Adolescente" e participaram do CD Tributo ao Garotos Podres.
Em 2003 a banda dá continuidade à turnê do álbum "Aberrações Que Somos", tocando o máximo possível, inclusive em cidades onde jamais havia estado, como Brasília e Sorocaba, Piracicaba e Catanduva no interior de São Paulo. No dia 31/10/03 gravam "Somente Esta Noite: Aberrações Ao Vivo", o 2º álbum ao vivo durante o já tradicional show de Halloween em São Paulo, um evento que cresce a cada ano. O álbum sai no início de 2004 enquanto a banda continua em turnê e prepara seu primeiro vídeo clipe: “A Marca dos três noves invertidos”.
No final de 2004 os Zumbis voltam ao estúdio para gravar “Aqui Começa o Inferno”, um álbum que mostra a banda mais madura tanto nas composições quanto na execução, reafirmando o “estilo Zumbis” e levando-o um passo a frente. Pela primeira vez a banda utilizou-se de músicos convidados e instrumentos pouco comuns no rock como o banjo, dobro e slide guitar, nas músicas com maior influência country. Ao mesmo tempo estão presentes no álbum músicas que seguem o estilo tradicional da banda como “Homem morto não conta histórias” e a faixa título, enquanto “Sangue dos meus inimigos“ mostra nítida influência metálica. Com o lançamento deste CD no início de 2005 a banda voltou à estrada fazendo grande quantidade de shows e durante um deles, com Marky Ramone no Clube Nacional em São Paulo, gravou seu segundo clipe: “Luxúria no Coração”.
No dia 1º de setembro aconteceu no clube Vegas em São Paulo a gravação do 1º DVD ao vivo dos Zumbis (Muito Além do Inferno), previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2006, assim como o registro em CD deste mesmo show. "
Em 2009 é lançado o novo CD da banda intitulado "Destructus Maximus", onde a banda atinge um novo nivel tecnico e musical. Logo após o lançamento do novo CD, Hank Alien decide sair da banda e para seu posto é chamado Machado, guitarrista da banda Lock Fistt de São José dos Campos-SP.
The Naked and the Dead foi uma curta mas influente banda de rock gótico / deathrock de Nova York.
Em meio a urgência do Punk em serem diretos em suas músicas, os integrantes ficaram muito atraidos com as ideias artisticas e misteriosas que Sex Gang Children e The Banshees passavam, Greg e Lorianne tiveram entao a ideia de montar uma banda junto com o baixista Al Pike, que estava queria uma banda na linha de Cocteau Twins mas esse estilo nao interessava muito Lorianne,
então a ideia nâo se concretizou. Nesse meio tempo, Greg estava interessado em descobrir as afinaçoes de suas bandas preferidas até a escrever cançoes, e em março, ele e Lori, foram ver um show do Andi Sex Gang em Peppermint Lounge para também entrevistalo para seu fanzine, foi entao que conheceram Christopher, e depois de conversarem, descobriram que ele tocava baixo e gostavam de bandas parecidas como Sex gang, Death Cult, Banshees etc e ele foi recrutado...e apesar de Greg já ter escrito muitas músicas, perceberam que o foco das melodias teriam que girar em torno do baixo,
assim como foi com a banda Sex Gang Children. Finalmente David aparece para ser a ultima peça do quebra cabeça, o baterista que ja havia tocado na banda Acid Bath, imediatamente as musicas "Cassandra" e "Tabu" foram feitas durante o primeiro ensaio de David. Mais tarde os quatro foram para um bar, o nome da banda foi sujerido, em alusão a uma letra de Andi Sex Gang que ficou lisongeado.
Shows
Os shows começaram depois de um mês e meio apés todos se conhecerem, todos eram bem jovens, Lorianne era a mais velha com 21 anos
na época, e estavam maravilhados em poder tocar em lugares como o CBGB palco onde surgiram Ramones e The Cramps. Mas o que pareceu mesmo é que foi um verdadeiro passeio
de montanha russa, após lançar sua primeira demo, a banda esperava ter um incentivo maior na época(diferente do incentivo que recebem hoje em dia)
Christopher que tinha varios interesses paralelos, e decidiu não mais fazer parte dela, em quanto Lorianne era sensivel as criticas de amigos músicos que diziam que ela se influenciava de mais por Siouxies, e com a conotação do termo gótico que era dado a banda, já que ela queria um som mais agressivo, como o que o 45 grave fazia na época. Entao a banda acabou e cairam no esquecimento por muito tempo.
Em 2001, Greg se achou uma cópia da primeira demo e resolveu transformar a cópia em midia de CD, logo depois, descobriu o site deathrock.com onde o seu idealisador Mark Splatter que conhecia muito sobre o The Naked and the Dead,incentivou Greg a divulgar a banda, o que fez com que os outros integrantes da se encontrarem pela internet e em Fevereiro de 2002 todos os antigos integrantes estavam bebendo em um bar em Manhattan.
A banda entrou em hibernação novamente no início de 2003, embora se reuniram para um concerto especial para comemorar os 20 em NYC’s Drop Dead Festiv
al, em outubro de 2005, e um plano para finalmente gravar o seu material de 2002.
Madhouse foi formado no começo de 2006 *provavelmente*. Pelo que se bem entendi e lembrando-me na época, o Alex vocalista cover do Christian Death e mais alguns integrantes da banda, estavam muito interessados em montar uma banda com som próprio, convidaram então a Lidia para ser vocalista da banda(que se tornaria uma grande amiga minha na época), enquanto seu namorado Alex iria para a bateria.
O nome da banda foi tirado de um filme de terror, assim como a maioria das letras feitas pela banda eram inspiradas por filmes de terror ex: Madhouse, Frenkstein (o que lembra um pouco a forma de se fazer musica no ´horror punk`), até porque na época, nao se tinha muito informaçoes pra diferenciar estilos que eram vistos até então como muito próximos. Mas isso não interferiu tanto, as letras nao ficaram ´cruas`como no horror punk, elas também tinham seu lado critico-religioso, vide a musica Other's lady, que fala sobre ´nossa senhora` ser uma prostituta algo assim *risos*.
Graças a seus integrantes com influencias bastante diversificadas (que iam de Deathrock, Psychobilly até Ska), com destaque para o baixista da banda que era bastante criativo, a banda conseguiu juntar influencias de tudo e formar *pra mim e pra muitos que acompanham des daquela época* a melhor banda de Deathrock do Brasil.
Sei lá, eu sou suspeito para falar, pois cheguei a acompanhar um pouco do esforço da banda, e praticamente todos os seus shows. Querendo ou não, Madhouse foi uma das bandas mais bem trabalhadas sonoricamente com suas melodias, com suas influencias fazendo um misto de Cinema Strange, Christian death, 45 grave, Zombie ghost train entre outras coisas...ela se focavam em fazer Deathrock, diferente de algumas bandas que seu compromisso era nao ter compromisso nenhum com o mesmo, ou só de fazer palhaçadas. Madhouse teria uma legião de fãns hoje pelo Brasil se a banda nao fossemontada em uma época ´destrutiva` como foi em 2006.
Porque não deu certo?
Uma das unicas bandas de DeathRock_de_São_Paulo que deram a cara pra bater.
Madhouse ja sofria as dificuldades de se montar uma banda dos lados sombrios de Pirituba, sendo que as coisas aconteciam no centro da cidade, na época em que Crippled estava no final de seu reinado (época do caos Deathrocker em Sao Paulo)...
Eu estava no primeiro show da banda, se nao me engano no 3° viceras festival que aconteceu no M868, a galera toda ficou anciosa pra saber como era o som da banda, a principio ficaram empolgadissimos com a sonoridade apresentada, ao mesmo tempo ja ouvia piadas sobre a voz da vocalista e sobre as letras serem em ingles mal falado/cantado, nada contra a voz da Lidia na época, sendo que a proposta dela era fazer um vocal lembrando 45 grave, e o pessoal podia dar um desconto sobre ela ter uns 16 anos na época e ter coragem de cantar em ingles.
A coisa foi indo, e aconteceram algumas discuçoes entre o publico e a banda no show seguinte na qual nao vi, mas o fato é que a medida que o tempo passava, começou a existir um ´boicote` de uma panelona sobre a banda, e pelos comentarios que ouvi na época, o publico esperava uma banda pra seguir a linha do Crippled de ´engraçada, pra tirar sarro com tudo` ao mesmo tempo que eles nao queriam que alguma outra banda tirasse o posto do Crippled de banda preferida, coisa que o madhouse de longe queria fazer mas acabou se prejudicando. Até seu ultimo show na Fofinho em um evento chamado Demonolatria foi o ´fim da picada`, a banda tocar por ultimo as 5 da manha e ter um publico de apenas 5 pessoas no qual gravei 2 ou 3 videos do show(com uma musica inédita que nao foi gravada). Depois disso a banda entrou em crise interna, algum dos integrantes nao queriam mais tocar, até tentaram fazer outra banda com o nome de and strange zombies, o que seria a mesma banda, só que sem a vocalista...
A banda chegou a postar um comunicado na sua comunidade, pra rebater as criticas.
'' Não estamos ai pra tocar o que o povo gosta e sim pra tocar o que achamos que seja bom, não gostou foda-se não entre na comunidade, ninguém é obrigado a gostar da banda e muito menos de seus integrantes.
Só quero deixar bem claro, que não estamos nos rotulando "deathrock", alias nos mesmo nos demos um stilo que chamamos de "HORROR CLASSICO" pois cada um tem suas influências cada membro gosta de coisas diferentes.
Não estamos nos inspirando em bandas como dead roses gardem ou crippled ballerinas. (Obrigado Guto pela oportunidade).
Mas sim bandas como the vanishing, cinema strange, deadchovsky,miguel and the living daed etc...
Apesar de inúmeras panelinhas feitas por ai, não nos importamos com tais e vamos continuar com a banda gostem ou não. Ah por favor, não vá a shows da banda se você for pra ouvir coisas como chistian death, alien sex fiend, specimen, nosso som, podemos dizer que é algo de linhagem moderna entendem o que eu digo?''
Alex
Discografia?
A banda chegou a gravar uma demo com o nome de " 13#", aparentemente com 7 músicas, contando com a intro "canto de lara"
Essa demo nao foi divulgada diretamente, a medida do tempo foram sendo juntadas músicas que eram passadas aleatóriamente, e até hoje nao conseguimos juntar todas as 7 músicas, até porque a banda tinha um Q de perfeccionismo.
Fim?
No fim, acabou que quase todos os integrantes tiveram problemas pessoais e foram cada um pra um canto, perdi contato total com a Lidia, sendo ela a pessoa ideal pra dar depoimento sobre o que realmente aconteceu com a banda des de seu inicio. E sinceramente? Foi o melhor que eles poderiam ter feito, eles nao mereciam o que fizeram com eles, e devem estar muito bem sem o Deathrock.
Mesmo me causando uma certa nostalgia ao ouvir os gritos da lidia em Other's lady e de lembrar da semelhança de The strange of phanton's mind com uma musica do Miguel and living dead. E isso me leva a preparar uma homenagem a banda em breve, aguardem para vela com a banda Morte Súbita.
O texto foi escrito para ser Publicado no Zine de César sonambulo IcztoNoEcziste #2 quem quiser conferir o resto das materias é só fazer o download
Conteúdo: -Entrevista (Morcegos Resistem) -Deathrock Bio (São Francisco/Wages Of Sin) -Hall Da Escória (The Skelletones) -Death Sinema Show (Bela Lugosi/Max Schreck) -Resenhas (New Grave/Basement Tapes) -Entrevista (Dinah Cancer) -Estranhos No Ninho (Rikk Agnew) -Curiosidades e Restos -Fiend Club - [PDF]: http://www.mediafire.com/?alrghvgmmku [18 Mb] (Contém Hyperlinks) [JPEG]: http://www.mediafire.com/?yny2jjawz2g [28 Mb]
Entrevista
Sonambulo: Bom, primeiramente nos conte como fizeram para conseguir cantar com Rikk Agnew e quem teve a idéia. Deathboy: Bem, eu e o Alejandro tivemos muita sorte, as coisas foram surgindo na hora... Estavamos a par de tudo o que o Rikk iria fazer aqui, resolvemos acompanhar os passos do Rikk e fomos ver o show dele na Sexta feira no Espaço Impróprio.
Relate-nos os acontecimento da sexta-feira! Como o próprio nome diz (espaço impróprio), o lugar é "pequeno" mesmo, onde geralmente acontecem eventos voltado para o publico HC/Straight edge. Por ser um evento mais fechado, imaginamos que seria mais facil de abordar o Rikk para conversar. Logo quando chegamos e encontramos o Rikk sentando na frente de um computador, eu fui pedir um lanche vegetariano enquanto o Alejandro esperava a oportunidade pra falar com ele, quando voltei eu presenciei uma cena um pouco cômica... o Rikk estava quase DORMINDO na frente do pc, estava pescando de sono, começamos a rir, criamos coragem e fomos falar com ele.
Dai pra frente tiramos fotos, conversamos sobre diversos assuntos aleatórios, e logo tudo aquilo virou um formigueiro de gente pedindo autografos, e nisso o Alejandro ja tinha virado um tradutor do Rikk Agnew. Enquanto ele assinava os autografos (com a minha caneta rsrs) perguntavamos a ele se iria tocar Christian Death nos shows...Ele disse que não, porque não teve tempo suficiente para ensaiar com o pessoal da banda aqui. (Nesse momento brinquei que ninguem devia ter decorado as letras e desisitiram de cantar. risos) dissemos a ele que tinhamos banda que tocavam varios cover de deathrock inclusive tocavamos C.D. e que gostariamos de cantar junto com ele, foi então que ele aceitou a ideia de cara, mas com a condição de que o resto da banda aceitasse. Foi então que o Fred veio para nos dar uma grande força e o pessoal da banda aceitou.
Ja estavamos anciosos para o começo do show, não conseguiamos esconder a felicidade, muito menos tinhamos noção da dimensão do que era aquilo. Assistimos um show da banda do Nene Altro, e depois o lugar estava completamente lotado de calor humano para o Show do Rikk. O show bastante empolgante, principalmente quando a banda tocou a musica Amoeba (Sucesso da banda Adolecents). Nos preparavamos para cantar, mas na empolgação da música, a galera acabou machucando o Rikk, e ele se negou a continuar a tocar. Nos sentimos muito frustrados, até que o baterista da banda convidou a gente para aparecermos no domingo para cantar.
Agora relate-nos os acontecimentos ocorridos no CCJ, domingo. (sobre a performance de vocês, Rikk pós-show e tudo mais) Até chegar no domingo, a anciedade aumentou muito, por ser um lugar grande, onde eu nunca tinha ido, e o que seria o ´principal show`do Rikk aqui. Chegando no CCJ, ele estava sentado perto da porta, as unicas palavras que consegui dizer em ingles pra ele, era que tava muito calor mas que iria ser um grande dia...logo eu e o Alejandro fomos preparando o visual enquanto esperavamos pelo resto do nosso pessoal (Karla, Flink, K, Skinny, Ralf, Pricilla). Estavamos um pouco com medo pra saber se iamos mesmo cantar no show, até que fomos reconhecidos pelo cara que trouxe o Rikk pro brasil, e ele ja mandou irmos para o camarim do Rikk, e lá, ele ficou super feliz por estarmos com de visual, com o patch do christian death na jaqueta e tudo, foi onde conversamos muitas coisas, muitas curiosidades sobre o tempo em que ele tocava com o Rozz Willams na qual eu vou guardar pra mim. A hora do Show estava chegando, atras do palco ja sentia o friuzinho na barriga, o lugar estava lotado, nao cabia mais ninguem, nao tenho ideia de quantas pessoas tinham lá dentro, mas pra mim tinha umas 500...quando o show começou foi aquela animação toda, mas ja dava pra ouvir algumas pessoas gritando pra tocarem Christian Death (acho que era o Julho). Já estavamos envolvidos no show, a vez do Alejandro estava chegando, ele entrou no palco, e arrebentou cantando Spiritual Cramp, mas foi no começo da Romeo distress, a maior emoçao pra mim, entrei no palco me arrastando, o Rikk pegou minha mao e a beijou, assim como beijou a mao do Alejandro (por causa do refrao da música Kiss on my hands)... Claramente eu o via o Rikk emocionado, mas também eu sentia algo de estranho acontecendo no palco, principalmente com o tom da minha voz, enfim, foi uma das maiores emoçoes que ja tive na vida. Logo após o show, tiramos umas fotos, e vimos o começar a passar mal, e ai entra a parte ´polemica`da história. No dia seguinte, antes da festa que ia ter, fiquei sabendo o que aconteceu depois do show de domingo, o Rikk tinha ido para o hospital, o pessoal que estava com ele, disse que ele começou a falar em alguma lingua estranha *que nao era ingles rsrs*, depois que ele voltou ao normal, ele começou a contar histórias sobre o Rozz, e afirmou que isso sempre acontecia quando ele tocava alguma musica do Christian Death, como se fosse alguma maldiçao que o Rozz tivesse jogado na banda antes de morrer, e que se dependesse do Rikk, nunca mais gostaria de tocar essas musicas... Quando ouvi isso, fiquei meio chocado, primeiro que realmente eu sentia algo estranho acontecendo, e segundo que alem de termos cantado com ele, participamos no que seria a ultima vez que ele iria tocar Christian Death 1334, ou seja, participamos do fim de tudo isso? eu nao acredito. Enfim, o que posso dizer é que ele sempre vai ser bem vindo aqui, quero agradecer a todas as pessoas que foram nos shows, nos deram apoio e nos ajudaram, de coração, foi concerteza uma das maiores emoçoes da minha vida, e acho que do Alejandro também.